Estados de estilo: como anda o seu?
Em que estado colocaria o seu estilo?
Nestas duas décadas de trabalho no mundo da moda, apercebi-me de que muitos clientes, ao olharem para pessoas que lhes transmitem harmonia, segurança, autoconfiança e beleza, também querem sentir tudo isso.
Associam, consciente ou inconscientemente, que esses atributos estão ligados ao que os outros vestem. E surge o desejo de querer incorporar tudo isso em si.
Qual é a estratégia que usam?
Mimetizam o tipo de roupa, o cabelo, os acessórios.
Devoram páginas e páginas de Instagram sobre:
“Como ser elegante”
ou
“As tendências que tem de seguir”,
ou
“As melhores peças para o seu tipo de corpo”
ou ainda
“As peças imperdíveis em qualquer armário.”
Dizem-me com frequência:
“Eu não sei onde é que os outros encontram roupas tão giras. Eu nunca consigo.”
Ouço também:
“Não tenho estilo.”
“O meu estilo é esquizofrénico.”
“O meu estilo é demasiado sem graça.”
“Quero definir e entender o meu estilo.”
“Quero deitar o meu guarda-roupa todo fora.”
“Quero saber o que me favorece.”
Revê-se nestas partilhas? Então continue aqui comigo.
Sobre este assunto do estilo tenho uma perspectiva clara:
TODA A GENTE TEM ESTILO.
Então porque é que muitas pessoas sentem o que acima descrevo? Veja se estas perspectivas ajudam:
Defendo que o estilo pessoal pode estar num destes 3 estados:
1. Empoeirado
2. Transitório
3. Assumido
O ESTILO EMPOEIRADO:
Acontece quando não paramos para nos conhecermos e percebermos o que faz sentido para nós.
Neste estado costuma acontecer uma de duas coisas:
a) QUALQUER COISA SERVE
b) PROCURAM-SE REFERÊNCIAS EXTERNAS
a) QUALQUER COISA SERVE:
Se qualquer coisa serve, muitas vezes falta brilho e a sensação de auto-cuidado esvai-se pela falta de expressividade.
É um aborrecimento constante que traz uma sensação de incapacidade e falta de jeito.
b)PROCURAM-SE REFERÊNCIAS EXTERNAS:
Quando a estratégia é olhar para fora, os clientes vão-se esquecendo de si.
Replicar a imagem dos outros vai soar sempre a falso, tanto para quem vê, mas acima de tudo, para quem veste. É frustrante.
O ESTILO PESSOAL NÃO É UM AUTOCOLANTE.
2. O ESTILO TRANSITÓRIO
É uma sensação de indefinição originada por mudanças: de cidade ou país, de trabalho, de peso, de estado civil, pela maternidade, entre outros.
Deixa a impressão de que algo está desajustado e é preciso reequilibrar as escolhas para recuperar as boas sensações que um armário funcional traz.
3. O ESTILO ASSUMIDO
É o estado desejado. É tranquilizador e deixa uma sensação de bem-estar e auto-confiança. Além disso, é divertido.
“Pode ser eclético e ajustar-se a diversos graus de formalidade?” Claro que sim.
“Mesmo nos dias em que não há vontade de grandes produções?” Claro.
“Tem um nome?” Sim, o seu.
Somos feitos de muitas camadas e é normal que a nossa imagem se ajuste ao nosso estado de espírito.
O que usamos faz a transição entre o dentro e o fora. Lembra-nos quem somos e potencia estados de bem-estar. Transforma-se e evolui connosco.
O estilo assumido tem facetas visíveis e invisíveis.
O visível expressa-se nas escolhas conscientes e apaixonadas de roupa, acessórios, corte de cabelo e cores.
O invisível expressa-se na nossa linguagem não verbal e também no perfume.
Sentimos ambos.
E para chegar a este estado n.º 3 é preciso TEMPO.
A Blossom tem 3 propostas que podem ajudar.
Realizam-se presencialmente, à distância ou misturando ambas.
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É aqui que o tempo pára.
Durante 2 horas poderá concentrar-se em si. Vamos explorar o seu gosto pessoal, valores, prioridades e necessidades de comunicação.
Criamos um moodboard que será a sua cara e irá espelhar a sua identidade.
A segunda proposta é o Style DNA - um programa de 3 encontros.
O ponto de partida é o processo do Style Focus.
Além do seu moodboard, vai receber um Stylebook cheio de sugestões estratégicas que lhe permitirão gerir melhor o seu guarda-roupa, compras e looks de forma autónoma e confiante.
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Se sente chegou a hora de cuidar de si seriamente, tenho outra proposta.
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Obrigada por estar desse lado.
Dora
(Post enviado na newsletter de 13 de Dezembro de 2023.)