“I am not one and simple, but complex and many.” Virginia Woolf

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Não seremos todos assim? Um espécie de manta de retalhos de certezas e contradições, de tudo o que achamos bonito ou feio, de diversos papéis sociais a conviver no mesmo corpo?
Quando procuramos definir o nosso estilo, é difícil olharmo-nos de fora porque a componente emocional afecta a auto percepção. Sentem isso?
Gostarmos de peças ou acessórios diferentes entre si é natural. Ao longo da vida há 1001 coisas que nos inspiram e influenciam.

Defendo que o nosso estilo está sempre em evolução, tal como nós. Acredito que cada pessoa tem uma estética própria, com características únicas.
Por mais eclético que cada um possa ser, há aspectos visuais que unificam e dão coerência ao todo. São elementos de expressão individual. Podem ser o penteado, a preferência por certas combinações de cores, a textura dos materiais, o fitting da roupa, a biqueira dos sapatos ou o tipo de bijuteria, entre tantas outras coisas. É a combinação destas particularidades que ajuda a definir o universo estético de cada pessoa. E indo mais além, é depois a repetição destes elementos que caracteriza a nossa imagem de marca.

Nada disto tem a ver com “estilos universais” em que temos que nos encaixar. É ao contrário. Somos todos originais e não estandardizados. Um dos papéis do consultor é o de ajudar a identificar estas particularidades que formam o todo. Já conhecem as vossas?

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