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Quer um guarda-roupa perfeito? Responda a estas 10 questões

A grande maioria das clientes que procura a Blossom para resolver o problema do guarda-roupa  “sem nada para vestir” tem muitos pontos em comum. O que está guardado lá dentro tem algumas destas características:

  • Muitas peças “giras” que não sabe como COORDENAR
  • Peças que foram compradas por impulso e ainda têm as ETIQUETAS
  • Blusas “DIFERENTES” que usa sempre com calças de ganga ou com calças pretas e já a cansam
  • Peças que já nem sabe muito bem porque não usa mas que ESTÃO LÁ
  • MALHAS perdidas nos confins das prateleiras ou das gavetas
  • Roupa com alguns anos que está a ser guardada para uma EMERGÊNCIA (Mas que não vê a luz do dia desde 2002)
  • As calças ou os vestidos da “ESPERANÇA” – “Quando emagrecer volto a caber lá dentro!”
  • Peças com VALOR AFECTIVO que foram caras ou oferecidas e custa desapegar
  • Um ESPÓLIO de bijutaria, cintos e lenços que não é visto por ninguém
  • Sapatos que MAGOAM e nunca saem de casa
  • Carteiras PERDIDAS que remontam aos idos de 1990 e tal

Esta lista poderia continuar, mas penso que consegui passar a ideia. E imagino que se tenham identificado com alguns pontos.

Então é hora de ENFRENTAR o guarda-roupa com o apoio da metodologia que utilizamos.

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A primeira parte num processo de organização de guarda-roupa, que aqui na Blossom baptizámos de Closet Detox – é a TRIAGEM. É importantíssima mas, pode ser também o principal factor de desmotivação quando pensam em resolver este assunto. Concordam?

Para vos ajudar, deixo uma lista de 10 perguntas que devem fazer enquanto olham para cada peça e cada acessório. Depois de esvaziarem o roupeiro, agrupem tudo por género (saias, vestidos, calças e por aí adiante) e analisem TUDOSEM EXCEPÇÃO.

E quando o vosso cérebro começar a inventar desculpas para vos obrigar a agilizar o processo de forma pouco consciente, questionem-se:

1 – Esta peça serve-me?
2 – Sinto-me linda e confiante quando a uso? Adoro-a?
3 – Representa o meu estilo e é adequada à minha vida?
4 – Usei esta peça nos últimos 6 meses? E no último ano?
5 – Compraria se estivesse numa loja agora?
6 – Tenho outra parecida da qual gosto muito mais?
7 – Estou a guardá-la na expectativa de voltar a usar ou de que volte a estar na moda?
8 – Tenho um plano realista para voltar a usá-la?
9 – Precisa de um arranjo. Vou fazê-lo? Vale a pena?
10 – O espaço que ocupa pode dar-me jeito para uma peça nova?

Acreditamos que, pelo menos 30% do que estava dentro do armário, não volte a entrar. Há peças que podem precisar de um arranjo e poderão ganhar nova vida. E para as que ficaram de fora, têm duas hipóteses – dar ou arrumar noutro sítio, longe da vista. A decisão é vossa. O que importa é que tudo o que vão manter seja ESPECIAL, que vos ASSENTE NA PERFEIÇÃO e que seja REALISTA para a vida que levam. E se assim for, escolher a roupa de manhã, passa a ser um PRAZER.

Se considerarem que este processo é mais fácil de realizar com uma visão imparcial e exterior à vossa, não hesitem em entrar em contacto com a Blossom. Podem ter a certeza de que não há peças a voar para baldes do lixo ou comentários cruéis como alguns programas de televisão já vos habituaram. O processo é eficiente e delicado. Respeitamos muito os nossos clientes e a relação emocional que mantêm com a sua roupa, mesmo a mais antiga. 😉

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Into the wild em 12 looks

Anda por aí há (muitos muitos) anos e tem um lugar bem marcado na categoria dos clássicos. Para a maior parte das mulheres, usar peças ou acessórios com padrão de leopardo ainda é um desafio enorme. É compreensível – mal coordenado pode ter um aspecto vulgar. Dar nas vistas por maus motivos, não interessa a ninguém.

Os clássicos, independentemente das tendências, aparecem em todas as estações, o que significa que é fácil comprar uma peça com este padrão em qualquer altura do ano.

Se adoram e querem arriscar, inspirem-se nos looks escolhidos.

Para as mais tímidas, começar por usar este padrão em sapatos é o mais simples. Evitem um look monocromático. Se vestirem tudo de uma cor só, as atenções estarão, inevitavelmente, nos pés. O ideal será misturar algumas cores ou outros padrões para que haja um harmonia e o vosso coordenado seja actual.

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Para uma segunda fase, arrisquem numas calças ou numa saia. A ideia será dividir as atenções entre o padrão e:

I) Texturas mais sofisticadas como sapatos em verniz ou camisas de seda.

II) Coordenação de cores e materiais. A combinação de malhas com sapatos rasos faz com que o padrão tenha uma leitura bem mais soft e confortável, como podem ver na segunda imagem.

III) Risco elevado – coordenar com padrões completamente diferentes. Funciona. E bem.

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Em partes de cima – casaco, camisolas ou cardigans. Pode ser um desafio maior porque estão a ver este padrão perto do rosto. Os tons do leopardo não ficam tão bem a quem tenha um tom de pele amarelado. O ideal será usar um acessório ou uma camisa mais perto do rosto, numa cor que vos favoreça. Um baton forte também é um bom truque.

Com ganga fica com um ar informal. Com branco, fica super elegante. Não se esqueçam dos colares – mais informação torna tudo mais actual.

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Por fim, três versões – um tailleur bem coordenado com um casaco numa cor neutra, os acessórios certos e uma carteira colorida, pode ser a mistura perfeita para o dia a dia.

A segunda imagem resulta bem para o fim de semana. E, finalmente, para as eternas tímidas, mostrar apenas o forro de um casaco é a maneira mais discreta de usar este print.

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Prontas para arriscar?

 

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4 ideias para a nova estação

Setembro traz um novo fôlego. Há novidades e vontade de incluir peças da nova colecção no guarda-roupa. As tendências que aí vêm são imensas e, acreditamos que há ideias para quase todos os gostos.

Embora não sejamos defensores de um consumo desenfreado ou da adopção sistemática de tendências a cada estação, deixamos quatro ideias que vos podem ajudar a construir coordenados simples para o início da temporada.

  • Mangas compridas – o tempo, felizmente, ainda não exige casacos muito grossos ou malhas. As mangas compridas trazem uma sensação de mudança. Optem por materiais leves e dobrem-nas para um look mais atual.

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  • Tons terra – Os anos 70 são uma tendência fortíssima e trazem-nos vestidos florais, calças à boca de sino, veludo e camurças, blusas com folhos e, inevitavelmente, os tons terra. Estas cores não são as ideais para a maioria das pessoas, principalmente quando a pele já está menos bronzeada. Enquanto o ar saudável das férias se mantiver, é hora de arriscar.

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  • Saias midi (ou como quem diz, abaixo do joelho) – Andam por aí há algum tempo. Continuam presentes na próxima estação. São versáteis. Há modelos a direito, plissados ou evasé. Para as meninas mais baixinhas ou cujas pernas sejam mais robustas, uns saltos altos tornam a silhueta mais elegante.

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  • Cinturas ao alto – Nas calças ou nas culottes, com partes de cima em tons aproximados, marcar a cintura é um dos melhores truques para parecer mais alta e mais magra.

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São sugestões simples mas que, com toda a certeza, criam uma sensação de novidade e abrem a porta da nova estação.

 

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Culottes – como usar em 12 looks

As culottes estão algures entre uma saia-calça e umas bermudas largas.
Desde a primavera/verão do ano passado que esta peça fez o seu regresso à moda mas, é nesta estação que a vemos um pouco por todo o lado, quer em pronto-a-vestir de luxo, quem em marcas como a Zara, asos ou Bimba Y Lola.

Embora não seja a peça mais fácil de usar, acaba por ser versátil e transita com honras de destaque para a nova temporada outono/inverno!

Ficam 12 sugestões para que se possam inspirar. Os saltos altos são bem-vindos para as meninas mais baixinhas. É uma peça que resulta muito bem com tops usados por dentro. Para as mais altas e mais magras, as camisolas por fora são uma opção mais informal que também funciona.

Arriscam?

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Saias midi – 25 looks para usar agora

A moda, como sabemos, é cíclica. Há peças que podemos gostar de usar em determinado altura e, três ou quatro anos depois, nem as podemos ver. Chegamos a questionar-nos sobre o que nos passou pela cabeça para as vestir. Identificam-se?

As saias midi são um desses exemplos que tanto suscitam amores como ódios. A verdade é que voltaram. Midi significa que a bainha fica um palmo abaixo do joelho. Não funcionam em todas as mulheres.  Há alguns truques que podem fazer com que resultem melhor. Apontem:

Saltos altos – o comprimento da saia corta a perna na zona onde geralmente é mais volumosa. Este detalhe não acrescenta altura a ninguém. Se a vossa estatura não andar entre os 1,75m / 1,80m, usem saltos. Fica mais elegante. Para as meninas mais altas, os sapatos rasos ou umas sabrinas são boas opções.

Cinturas marcadas – As saias midi rodadas ou com estampados grandes, visualmente, acrescentam volume à anca. Se puderem marcar a cintura com peças usadas por dentro, ou cintos finos, vão criar uma silhueta mais feminina.

Simplificar – façam com que a saia seja a protagonista. Se as peças que escolherem para usar à volta forem simples, o efeito é mais interessante.

Arrisquem – é normal que estas saias se destaquem e sejam o centro de todas as atenções. Há que assumir as proporções sem medos ou preconceitos.

Selecionei 25 imagens para que se possam inspirar.

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Qual é a vossa preferida?

Se ainda assim não quiserem arriscar e preferirem calças, espreitem outras tantas sugestões aqui.

 

 

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Calças – 20 looks para usar agora

Neste tempo pseudo primaveril, onde o frio e a chuva teimam em não nos deixar, as calças acabam por ser uma das melhores opções para o dia a dia.

Já não apetece usar meias opacas mas ainda é cedo para sair com as pernas ao vento. Deixo-vos 20 sugestões de looks com calças, divididas por 5 categorias: Cores, preto e branco, estampados, jeans e pele. Encontram mais ideias na página de Pinterest da Blossom. Já são seguidores?

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Quais são os vossos looks preferidos?

 

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Durante muito tempo, as cinturas usaram-se descidas. Tão descidas que chegaram a ser objecto de estudo. O corpo de muitas adolescentes deixou de ser tão curvilínio e ganhou contornos mais andróginos, com cinturas praticamente inexistentes.

Os tempos mudam, as modas também. O olhar volta a habituar-se a silhuetas mais marcadas e as cinturas estreitas voltam a estar no centro das atenções. Foi assim nos coordenados de Verão e assim será no próximo Inverno.

O post de hoje é dedicado às calças. Às pantalonas, para ser mais precisa, ou wide leg trousers, se quiseremos ser mais trendy nos modos.

Será que só podem ser usadas por mulheres altas e magras? Não. Algumas dicas para as mais baixinhas e curvilíneas:

– Optem por modelos sem pregas na zona da cintura para não acrescentar volume na zona da barriga

– Coordenem as calças com partes de cima em tons aproximados (tudo numa paleta mais escura) para criar uma silhueta mais longa e sem cortes

– Escolham um tamanho que fique fluido na zona da coxa para que caiam melhor

– Usem saltos altos para que a perna fique mais longa e deixem a bainha das calças o mais comprida possível. Não precisa de tocar no chão. Em produção de moda resulta, na vida real nem tanto. O resultado serão calças estragadas em dois tempos.

Ideias para todos os gostos

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Algumas dicas extra:

– Em contextos de trabalho evitem modelos demasiado largos e com transparências

– Procurem partes de cima mais discretas para que a peça forte do conjunto sejam as calças

– Escolham cores vivas e coordenem com tons neutros, o resultado fica mais atual

– Se nunca experimentaram este tipo de modelo, arrisquem, podem ter uma boa surpresa

 

 

Os novos básicos – as calças pretas

Como já falei aqui, a Consultoria de Imagem deve adequar-se aos tempos que correm.

Na nova rúbrica do Newsblog vamos começar a falar dos NOVOS básicos que podem ser muito variados!

As calças pretas são as primeiras peças a ser reavaliadas. Serão mesmo imprescindíveis?

Há muitas pessoas que não gostam de preto e é para elas que vai este post.

Para quem gosta, espero que sirva de inspiração.

Escolhi 3 modelos de calças com um corte a direito e em 3 cores diferentes – camel, azul escuro e cinza. Funcionam na perfeição para diferentes ocasiões.

Se quiserem saber quais são as marcas das peças que foram usadas nos coordenados, enviem um mail para blossom@blossom.pt ou deixem um comentário neste post.

 

 

 

 

 

Little Black Jacket by Chanel

Uma das peças icónicas da Chanel é o LBD – Little Black Dress. Não é a única. Existe também o LBJ – Little Black Jacket.

A marca está a preparar um filme sobre esta peça e eu deixo-vos aqui dois videos do making of que valem muito a pena.

No primeiro vão encontrar Sara Jessica Parker, Alice Dellal, Carine Roitfeld ou Georgia May Jagger, entre outras caras conhecidas.

 

 

No segundo video podem ver o processo de draping e construção desta peça que é uma das mais versáteis que podemos ter no nosso armário…

 

 

Um casaco preto em tweed é versátil e pode ser usado em inúmeras situações e por pessoas com estilos completamente diferentes, como puderam ver no video acima. Se puder ser Chanel… tanto melhor.

Arrumações, nova estação e compras!

Sou uma fiel defensora de um guarda roupa espartano onde tudo o que se tem é tudo o que se usa. Por isso a lógica é: quanto menos melhor.

Tenho clientes e amigas que têm imensa roupa e que usam perto de 85% do seu armário mas… são MUITO poucas! Quando há espaço e vontade para mudar constantemente, porque não fazer compras frequentes e ter um closet gigante e bem organizado? Nada de errado com isso.

No entanto, a maior parte das pessoas que conheço, principalmente as minhas clientes, têm muito mais roupa do que aquela de que precisam e o que acontece é que sentem uma dificuldade diária em escolher ou encontrar seja o que for. Identificam-se?

Depois de uns anos a viver diariamente rodeada de roupa, raramente compro seja o que for sem saber se preciso realmente e não vou para as lojas sem uma lista, nem que seja mental. As minhas sessões de shopping pessoais são cirúrgicas e straight to the point. Claro que quando tinha 20 anos, não era bem assim… o tempo e a profissão ajudam em muitas coisas!

Pode parecer que este meu sistema é pouco divertido mas acreditem que não é!

Estas sugestões têm sido partilhadas e aplicadas por muitas clientes da Blossom que me dizem que têm conseguido bons resultados e se sentem menos baralhadas na hora de vestir. Com uma boa arrumação e poucas peças consegue-se usar tudo e ir misturando o que existe de 1001 maneiras diferentes.

No meu armário, de 3 em 3 meses há uma reorganização e todas as peças que já não vêem a luz do dia (ou da noite) há uns 6 meses, vão direitinhas para quem mais precisa. (Dou sempre a roupa que está em bom estado aqui!).

Como se aproxima a nova estação, o armário está arrumado e a minha lista de compras está feita. Vou investir em algumas peças-chave que estão em falta. A primeira vai ser um trench-coat.

Este básico é intemporal e agora que o tempo vai começar a arrefecer mas ainda não apetece usar casacos de lã, esta é uma boa opção. Deixo-vos uma pesquisa daqueles que considero as melhores ofertas do nosso mercado.

Qual é o vosso preferido?