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Para perder o medo das cores

Uma das formas mais comuns para usar uma peça de cor viva é misturá-la com PRETO. É assim que vejo a maioria das clientes e alunas da Blossom a coordenar a sua roupa. Quando não é preto, é ganga. Estas duas áreas de segurança têm dois problemas:

1 – O preto destaca qualquer cor que se coloque ao seu lado. Por ser tão escuro, o contraste sobressai e a cor é sempre muito evidente. Para muitas pessoas, até em demasia. Então, aquelas calças encarnadas acabam por sair muito pouco do armário.

2 – A ganga, no seu universo de segurança e discrição, acaba por se tornar aborrecida. Coordenar uma peça com cor com calças de ganga, dia após dia, cria a sensação de que não há nada de novo e de que a pessoa se veste sempre da mesma forma.

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Para contrariar estes dois aspectos, a minha sugestão é que percam o medo e misturem cores. Há muitas formas de o fazer, com base no círculo cromático, nas tendências ou, simplesmente na intuição. Pessoalmente, sou fã desta última. Por mais que possam existir harmonias de cores estudadas e que “ficam bem” entre si, se o nosso gosto lhes torcer o nariz, para quê forçar?

Deixo-vos algumas sugestões e se ficarem com vontade de ver ainda mais, podem visitar o Pinterest da Blossom, aqui.

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Com vontade de experimentar? Arrisquem porque é divertido. E se sentirem a necessidade de ficar a conhecer a paleta de cores que melhor favorece o vosso rosto, podem experimentar o nosso Estudo de Cores.

Diz-me o que vestes, dir-te-ei quem és

A consultoria de imagem é um serviço de aconselhamento personalizado, centrado na imagem pessoal / profissional do cliente. É a visão do consultor sobre as melhores opções de roupa, cores,  padrões, texturas, marcas, acessórios, corte de cabelo e maquilhagem para a vida real. E por melhores opções, entenda-se o que melhor transmite os objectivos do cliente. Falei sobre este tema aqui.

Tudo o que rodeia o corpo e o projecta para o exterior é uma forma de comunicação. Assume-se como linguagem e é interpretada POR TODA A GENTE. Passamos a vida a tirar conclusões e a pensar em aspectos sobre o outro com base na forma como se apresenta e, na maior parte das vezes, fazêmo-lo de modo inconsciente. Umas vezes acertamos, outras não. Há pessoas exímias na arte de criar aparências e de nos levar a acreditar em aspectos que de verdadeiro têm pouco.

Mesmo para quem não goste de dar importância ao tema e se negue a pensar no assunto por mais de 30 segundos, tudo aquilo que usamos não é fruto de um mero acaso. Não é despojado de sentido. As escolhas de cada pessoa têm uma história. Até para quem se veste em piloto automático todas as manhãs, aquilo que há lá em casa para usar foi escolhido com um critério.

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O que gostamos ou não gostamos de usar está relacionado com o que nos marcou algures na infância, na adolescência ou até no início da vida adulta. Vou dar quatro exemplos:

  1. A farda da escola onde andei em Moscovo nos anos 80, fez com que o castanho fosse uma cor inexistente no meu guarda-roupa actual.
  2. As socas brancas de enfermeira que uma cliente usou durante 20 anos, criaram-lhe uma aversão a sapatos claros.
  3. Os fatos de macaco que outra cliente tem que usar durante seis meses por ano na plataforma de petróleo onde trabalha, fazem com que sinta uma necessidade de usar stilettos e peças ultra-femininas nos outros seis meses livres que tem.
  4. O blazer de lantejoulas que um amigo músico tinha que usar quando era mais jovem e tocava em bailaricos na província, fez nascer um ódio por tudo o que são tecidos brilhantes.

Estes pequenos exemplos definem alguns aspectos do gosto de cada um. Surgem de uma imposição que em nenhum dos casos agradava e isso deixou a sua marca.

E é assim que se vai construindo o estilo pessoal que é sempre a soma de elementos:

  1. referências boas do passado (membros da família, amigos, ídolos)
  2. zona de conforto (o que nos agrada ou não)
  3. relação com o corpo (que aspectos preferimos evidenciar ou camuflar)
  4. estado da auto-estima (desde o “Não quero que ninguém me veja” até ao “Cheguei!”)
  5. interesses recentes que possam despertar a atenção (tendências ou influências de amigos)
  6. a forma como queremos de ser vistos pelos outros

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As pessoas que vou conhecendo e que querem transmitir a mensagem de que “não se importam minimamente com a roupa”, têm uma forma de o dizer através daquilo que usam e da maneira como coordenam as peças. Há aspectos nessa escolha que podem indicar que a sua maior preocupação é, por exemplo, o conforto e nada mais. E escolhem a roupa e os sapatos em conformidade – materiais mais naturais, cores neutras, peças simples com cortes “normais”, nada que brilhe muito ou tenha cores eléctricas. Nunca saltos altos no caso das mulheres. Em alguns casos, chego a reparar que gostam de passar a sensação de uma ligeira descoordenação geral – nas cores e nas formas da roupa, através do cabelo mais ou menos desalinhado, pela ausência de maquilhagem. Estes são alguns sinais que nos transmitem a preocupação com o lado prático e o abandono de preocupações estéticas, que consideram fúteis e exageradas (daí a tal descoordenação, que de inocente e espontânea tem pouco.). A mensagem que pretendem passar é que o valor do ser humano está no interior e não na aparência. (E acredito que todos nós concordamos, certo?) Mas esta mensagem é passada através da imagem pessoal, num primeiro contacto com o outro. É a ferramenta de comunicação simbólica, a mais imediata. E ainda da experiência que vou tendo, infelizmente, acabam por ser estas as pessoas mais preconceituosas e que mais criticam todos aqueles que não se apresentam da mesma forma, o que é bastante contraditório, do meu ponto de vista.

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O acto de vestir, tem sentidos diferentes para cada pessoa. Ao longo dos anos, tenho vindo a encontrar pontos em comum.

Para algumas pessoas, a roupa funciona como um manto de invisibilidade. Quanto mais se confundirem com a multidão, melhor. Nada de muitas cores, nada de corpo à mostra. O problema até costuma ser esse – o descontentamento com a aparência física e uma baixa auto-estima. O querer tapar tudo para que ninguém veja as supostas imperfeições leva a que muitas clientes (mais magrinhas ou mais gordinhas) sintam uma insatisfação brutal e que procurem soluções-penso-rápido para a situação. Os acessórios e a maquilhagem costumam ser os elementos mais requisitados nestes casos. O que gostava de aconselhar, mais do que uma consultoria de imagem, seria mesmo um psicólogo / psicoterapeuta / psiquiatra. Há temas delicados que têm que ser resolvidos com terapia. Com uma aceitação que venha de dentro para fora. Por mais que a consultoria ajude no aspecto da melhoria da auto-estima, quando há níveis de descontentamento verdadeiramente profundos, o tema tem que ser resolvido por profissionais de outra área.

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Outro perfil com que me vou cruzando é o das pessoas que se preocupam, acima de tudo, com a adequação. Tenho muitas clientes que querem ser vistas de uma forma “correcta”, ajustada e perfeita, sempre apropriada às diferentes situações. Detecto aqui algumas inseguranças a nível pessoal. O querer agradar de forma desmedida a todos pode significar que não estamos a agradar primeiro a quem mais importa – a nós próprios. A necessidade de aprovação por parte do exterior funciona como uma alavanca para que o cliente se tente aceite melhor a si mesmo. Infelizmente, noto muito mais este aspecto nas mulheres do que nos homens.

Há ainda as pessoas para quem o vestir pode agregar a componente do sonho e da projecção. Compram-se peças de roupa ou acessórios que não têm nada ver com a vida real, mas sim com aquela que se gostaria de ter. E assim se constroem guarda-roupas frustrantes e que são cabides de más lembranças. Novamente os exemplos:

  1. Vou comprar isto para usar quando fizer aquela viagem de sonho.
  2. Vou comprar isto para usar quando emagrecer e assim fico motivada e faço dieta.
  3. Vou comprar isto porque dá sempre jeito ter uns sapatos pretos de salto alto.
  4. Vou comprar isto porque é uma das peças-chave que TODA A GENTE TEM QUE TER. (Este tema há-de ser desenvolvido e desmistificado em breve).
  5. Vou comprar isto porque está baratíssimo e até levo em mais do que uma cor.

Posso imaginar alguns sorrisos cúmplices desse lado, de quem se reviu em alguns dos pontos apresentados. Talvez este perfil seja um dos mais fáceis de aconselhar. Com objectividade, tudo se resolve.

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Há ainda outros exemplos que posso referir – pessoas para quem ter peças de determinadas marcas é muito importante. Aqui falamos da questão do status que as marcas podem dar e dos valores que cada cliente quer incorporar e transmitir ao usá-las. É uma forma tão válida como outra qualquer nestas coisas do vestir e toda a gente faz um pouco isto. E o storytelling de algumas marcas é exímio em criar desejo nos consumidores.

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Pessoas para quem a roupa é sinónimo de juventude. Quando há dificuldade em aceitar que o tempo está a passar e que vamos envelhecendo, noto que quem não lida bem com esse aspecto, procura manter-se fiel a peças semelhantes às que são usadas por jovens na casa dos vinte e tal. É quase como querer congelar o avançar do tempo com roupas de cortes mais justos, mais curtos e mais coloridas. Por vezes, reparamos ali em qualquer coisa um pouco forçada, o que nem sempre é favorável. Ainda assim, é uma abordagem que se deve respeitar. Noto que na maior parte dos casos, é adoptada por quem saiu de relações ou procura um novo amor. (Comunicação outra vez!). Na minha opinião, pode resultar muito bem quando as pessoas se sentem bem dentro da roupa e tudo tem um ar natural. Não acredito em roupas certas conforme a idade. Acredito em roupas certas conforme a pessoa.

Na Blossom, a perspectiva que adoptamos com clientes e que passamos aos nossos alunos é a da importância de uma visão personalizada e realista sobre aquilo que vamos aconselhar a cada pessoa.

Todas estas ideias vão ser apresentadas no próximo curso de Estilo Pessoal e são também discutidas nos cursos de consultoria de imagem. Há outras formas de olhar para o tema e a partilha que habitualmente acontece durante as aulas é verdadeiramente enriquecedora e dinâmica. Mais do que isso, tem utilidade prática porque ajuda a repensar a relação que cada aluna tem com o seu guarda-roupa e com a forma como se relaciona com o acto de vestir. O convite fica feito e as inscrições ainda estão a decorrer.

Mais informações aqui.

 

Happy mondays

Segunda-feira com chuva. Uma chatice em dose dupla? Não nos parece.Tem muito mais piada se mudarmos esta perspectiva e encararmos a semana com humor e energia. Há muitas maneiras de o fazer e, uma delas pode ser através daquilo que escolhemos usar.

É esta a nossa área e é por isso que gostamos de vos dar ideias. Não é segredo que os dias começam melhor quando adoramos aquilo que vamos usar. Sempre que nos sentimos bonitas e gostamos (MUITO) das peças e dos acessórios que escolhemos para um coordenado,  temos um boost de confiança e a auto-estima sobe uns quantos degraus.

Hoje criámos 5 looks inspiradores onde os elementos comuns são a cor, os acessórios vistosos e alguns apontamentos metálicos. 

Bem sabemos que esta coisa da “meia-estação” pode ser um desafio quando nos vestimos de manhã. Chove às 9h, está sol à hora de almoço e um gelo no final da tarde. Crazy weather, é verdade mas, é assim e sempre foi. Anotem estas ideias:

1 – As calças são uma das melhores opções.

2 – Escolham sempre sapatos fechados e confortáveis, de preferência com saltos estáveis. Deixem as sabrinas e as camurças para Maio. Pés molhados e sapatos manchados são duas coisas a evitar.

3 – Joguem com sobreposições. Casacos quentes + blusas ou camisas leves + tops básicos por baixo.

4 – Os lenços podem ser uma boa opção para as friorentas. Há muito por onde escolher. Optem por cores que vos fiquem bem junto ao rosto.

5 – Para quem não passa sem saias ou vestidos, escolham meias semi-opacas ou com pouco brilho. Não é realista sair de casa sem elas em Abril, por mais que a moda nos empurre nesse sentido.

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As marcas que usámos nestes coordenados estão todas no Polyvore da Blossom.

Pins e patches

É uma das micro tendências da estação. Pins e patches em tudo, como decoração, só porque sim. É divertido e muito do it yourself. Até pode ser bom para reutilizar os pins antigos que possam ter guardados no fundo de uma caixa ou para revitalizar uma peça que já não vos dizia muito.

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Fica-se com aquela sensação de roupa nova, sem gastar quase nada. Longe vão os tempos em que os emblemas serviam para ser cosidos no rasgão de umas calças ou os triângulos em napa reforçavam a abertura de uma saia. Deixem a moderação de lado e arrisquem. A moda tem humor e esta micro tendência joga com isso. Só têm que escolher uma peça com uma textura forte como a ganga, a sarja, uma fazenda ou pele. Se escolherem um material fino para aplicar tudo, não resulta por causa do peso.

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Divirtam-se. A moda dá-nos esse prazer.

The blues

Foi em França, no século XVII que surgiu a palavra denim. Nasceu da expressão serge de Nîmes e não era ganga. Era um tecido feito de seda e lã.

EUA – século XIX: o algodão pesado, tingido de anil e usado em roupas de trabalho fabris ganhou o mesmo nome.

A ganga, tal como a conhecemos hoje em dia, é um dos materiais mais comuns por esse mundo fora e a sua presença na moda tem sido cíclica. Infomal por excelência, tem sido tendência repetente nas últimas estações.

E agora que a Primavera está mesmo à porta, faz sentido olhar para a ganga com um pouco mais de atenção. E porque nem só de calças vive uma mulher, sites como o net-a-porter ou o Asos, criaram uma categoria específica para incluir um pouco mais do que as blue jeans.

Deixo-vos uma selecção de coordenados inspiracionais, versão street style.

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Para as corajosas. Porque é que estes dois coordenados resultam? Porque as texturas são diferentes. No primeiro, a t-shirt, o acolchoado do casaco, o lenço e a clutch acrescentam informação e quebram  a monotonia do azul. No segundo coordenado, embora o material seja o mesmo, as texturas fazem com que haja diferentes pontos de foco, o que torna tudo mais interessante.

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Nestes dois coordenados há um espírito ligeiramente andrógino e elegante que funciona bem. O ton sur ton do primeiro é realçado pelos acessórios masculinos e pelo corte do casaco. No segundo, a piada está no contraste entre o volume do blusão e os sapatos mais delicados. São ambos urbanos e fáceis de usar.

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Estrutura e fluidez – O primeiro look tem um ar mais arrumado porque a ganga foi coordenada com um blazer clássico e acessórios sofisticados e rígidos (clutch e pulseira). A fluidez da carteira e do casaco fazem com que o segundo fique num plano completamente informal.

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White and blue – o casamento perfeito. A ganga desfiada é de evitar em ambientes de trabalho, a não ser que sejam áreas bastante criativas.

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Bad girl VS Good girl – Denim em versão rockeira ou em versão romântica. O preto acentua o lado mais rude da ganga. Os tons pastel e os sapatos nude, dão-lhe uma leitura completamente diferente, de menina bem comportada.

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Acessórios ao poder – camurças, pele, lenços, franjas e um eterno clássico – ganga + pratas e turquesas. Não há como falhar.

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Country girl – jardineiras e saltos quadrados ou ombros à mostra, folhos e uma saia rodada – duas versõs citadinas com um espírito campestre e primaveril como pano de fundo.

As opções são muitas e, se não conseguem viver sem ganga, inspirem-se e entrem neste blue spirit sem tristezas.

Monday mood

Inspiração em tons neutros para segunda ou para a semana.

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Tons pastel e flores. Uma combinação intemporal com um olho na primavera. Para as mais baixinhas, o ideal é usar estas peças com saltos altos. Escolham uns em nude – alongam a perna e são o melhor truque para vos dar uns cms extra.

 

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Texturas misturadas – lã, camurça e tachas, brincos em osso e botins em pele. A camisa branca e a carteira com corte mais clássico atenuam o espírito boho e fazem com que este coordenado possa funcionar em ambientes de trabalho informais. Se o vosso dress code for semi-formal, troquem as botas por uns sapatos como os do look anterior.

 

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Os apontamentos brilhantes no colarinho fazem com que este coordenado se torne mais sofisticado. Acrescentem cor com um baton e um verniz encarnados.

 

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Metalizados, preto e branco e um apontamento de cor – uma fórmula fácil fácil se querem uma imagem trendy e elegante ao mesmo tempo.

 

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E para quem não prescinde do conforto, as peças fluídas são o ideal. Juntem-lhes cor, uns ténis e uma carteira a tiracolo.

As marcas estão todas aqui.

Into the wild em 12 looks

Anda por aí há (muitos muitos) anos e tem um lugar bem marcado na categoria dos clássicos. Para a maior parte das mulheres, usar peças ou acessórios com padrão de leopardo ainda é um desafio enorme. É compreensível – mal coordenado pode ter um aspecto vulgar. Dar nas vistas por maus motivos, não interessa a ninguém.

Os clássicos, independentemente das tendências, aparecem em todas as estações, o que significa que é fácil comprar uma peça com este padrão em qualquer altura do ano.

Se adoram e querem arriscar, inspirem-se nos looks escolhidos.

Para as mais tímidas, começar por usar este padrão em sapatos é o mais simples. Evitem um look monocromático. Se vestirem tudo de uma cor só, as atenções estarão, inevitavelmente, nos pés. O ideal será misturar algumas cores ou outros padrões para que haja um harmonia e o vosso coordenado seja actual.

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Para uma segunda fase, arrisquem numas calças ou numa saia. A ideia será dividir as atenções entre o padrão e:

I) Texturas mais sofisticadas como sapatos em verniz ou camisas de seda.

II) Coordenação de cores e materiais. A combinação de malhas com sapatos rasos faz com que o padrão tenha uma leitura bem mais soft e confortável, como podem ver na segunda imagem.

III) Risco elevado – coordenar com padrões completamente diferentes. Funciona. E bem.

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Em partes de cima – casaco, camisolas ou cardigans. Pode ser um desafio maior porque estão a ver este padrão perto do rosto. Os tons do leopardo não ficam tão bem a quem tenha um tom de pele amarelado. O ideal será usar um acessório ou uma camisa mais perto do rosto, numa cor que vos favoreça. Um baton forte também é um bom truque.

Com ganga fica com um ar informal. Com branco, fica super elegante. Não se esqueçam dos colares – mais informação torna tudo mais actual.

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Por fim, três versões – um tailleur bem coordenado com um casaco numa cor neutra, os acessórios certos e uma carteira colorida, pode ser a mistura perfeita para o dia a dia.

A segunda imagem resulta bem para o fim de semana. E, finalmente, para as eternas tímidas, mostrar apenas o forro de um casaco é a maneira mais discreta de usar este print.

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Prontas para arriscar?

 

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4 ideias para a nova estação

Setembro traz um novo fôlego. Há novidades e vontade de incluir peças da nova colecção no guarda-roupa. As tendências que aí vêm são imensas e, acreditamos que há ideias para quase todos os gostos.

Embora não sejamos defensores de um consumo desenfreado ou da adopção sistemática de tendências a cada estação, deixamos quatro ideias que vos podem ajudar a construir coordenados simples para o início da temporada.

  • Mangas compridas – o tempo, felizmente, ainda não exige casacos muito grossos ou malhas. As mangas compridas trazem uma sensação de mudança. Optem por materiais leves e dobrem-nas para um look mais atual.

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  • Tons terra – Os anos 70 são uma tendência fortíssima e trazem-nos vestidos florais, calças à boca de sino, veludo e camurças, blusas com folhos e, inevitavelmente, os tons terra. Estas cores não são as ideais para a maioria das pessoas, principalmente quando a pele já está menos bronzeada. Enquanto o ar saudável das férias se mantiver, é hora de arriscar.

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  • Saias midi (ou como quem diz, abaixo do joelho) – Andam por aí há algum tempo. Continuam presentes na próxima estação. São versáteis. Há modelos a direito, plissados ou evasé. Para as meninas mais baixinhas ou cujas pernas sejam mais robustas, uns saltos altos tornam a silhueta mais elegante.

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  • Cinturas ao alto – Nas calças ou nas culottes, com partes de cima em tons aproximados, marcar a cintura é um dos melhores truques para parecer mais alta e mais magra.

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São sugestões simples mas que, com toda a certeza, criam uma sensação de novidade e abrem a porta da nova estação.

 

5 looks para passeios pela cidade

Maio está quase a chegar e, com o primeiro dia do mês colado ao fim de semana, há muitas pessoas a aproveitar para fazer um mini break. Lá porque o tempo não está perfeito, não significa que não possamos tirar partido do fim de semana prolongado e, de preferência, com looks cosmopolitas e elegantes.

Deixo-vos 5 sugestões  que podem ser boas aliadas para mudar de ares por três dias. Os coordenados foram pensados para passeios em cidades, tendo como ideia base o conforto.

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Para ficarem a par das marcas, espreitem e sigam o Polyvore da Blossom, aqui.