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Um testemunho especial

Há algumas semanas, a Rita contactou a Blossom para conseguir reorganizar o seu guarda-roupa e perceber o que poderia sair, manter e só depois, comprar.

Nada melhor do que partilhar algumas das suas palavras e convidar-vos a ler o seu próprio testemunho na integra, aqui.

“(…) Agora que tenho o armário restruturado e mais básicos para conjugar com as peças que já tinha, é-me muito mais fácil e intuitivo escolher a roupa que vou vestir diariamente. Uns dias arriscando mais, outros mais bem sucedidos, mas todos eles entusiasmantes 😀 Eis alguns dos resultados:

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Afinal de contas o nosso estilo não é mais que uma forma de expressão que deve, acima de tudo, permitir-nos sermos nós mesmos e sentirmo-nos bem connosco próprios. Esta experiência foi uma lufada de ar fresco na minha vida e veio facilitar-me drasticamente o dia-a-dia :) Para além disso a Dora foi uma simpatia, muito perpicaz, sempre atenta às minhas dúvidas e necessidades. Percebeu o meu objetivo num instante e nunca o perdeu de vista. Era como se lesse a minha mente: esclarecia as minhas dúvidas mesmo antes de eu as colocar.

À Dora, um grande obrigada.

A todos vós, aconselho vivamente esta experiência! (…)”

Rita e eu

É sempre um prazer quando percebemos que o nosso papel foi útil e cumpriu os objectivos.

Muito obrigada Rita! Escusado será dizer que os looks estão óptimos e é um orgulho para a Blossom ter clientes tão dedicadas mas, acima de tudo, felizes.

O que se passa aqui?

Já não partilhamos notícias há algum tempo. A verdade é que desde o início de Outubro que a azáfama tem sido enorme. Começámos a última edição do curso de consultoria de imagem deste ano. Como esgotou num ápice, já abrimos inscrições para o próximo ano. Estamos a reestruturar a nossa oferta formativa e, por isso, as edições intensivas ficam suspensas em 2018. Para quem estiver interessado em frequentar o curso, terá mesmo que ser aos Sábados de manhã. Prometemos novidades e alternativas em breve.

Além do curso de consultoria de imagem, em Outubro começou a segunda edição do curso de Estilo Pessoal que termina agora no dia 23 deste mês. E porque os pedidos são muitos, já há novas datas para 2018. Adoramos ver as diferenças e o entusiasmo das nossas alunas que se reflecte em partilhas quase diárias de looks nos grupos de whatsapp que vamos criando.

Nestes dois meses, realizámos o curso de Motivação Pessoal e está a decorrer ainda o curso de Maquilhagem. E além das formações, o nosso trabalho de consultoria de imagem com clientes particulares nunca pára. Entre sessões de análise de estilo, consultorias completas, organização de guarda-roupas ou sessões de personal shopping, o tempo é curto para tanta coisa, daí a nossa presença menos assídua nas redes.

Partilhamos algumas imagens no nosso INSTAGRAM e prometemos novidades muito muito em breve, afinal, a Blossom está a ficar crescida e faz 8 anos em Janeiro.

Fiquem atentos.

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Para perder o medo das cores

Uma das formas mais comuns para usar uma peça de cor viva é misturá-la com PRETO. É assim que vejo a maioria das clientes e alunas da Blossom a coordenar a sua roupa. Quando não é preto, é ganga. Estas duas áreas de segurança têm dois problemas:

1 – O preto destaca qualquer cor que se coloque ao seu lado. Por ser tão escuro, o contraste sobressai e a cor é sempre muito evidente. Para muitas pessoas, até em demasia. Então, aquelas calças encarnadas acabam por sair muito pouco do armário.

2 – A ganga, no seu universo de segurança e discrição, acaba por se tornar aborrecida. Coordenar uma peça com cor com calças de ganga, dia após dia, cria a sensação de que não há nada de novo e de que a pessoa se veste sempre da mesma forma.

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Para contrariar estes dois aspectos, a minha sugestão é que percam o medo e misturem cores. Há muitas formas de o fazer, com base no círculo cromático, nas tendências ou, simplesmente na intuição. Pessoalmente, sou fã desta última. Por mais que possam existir harmonias de cores estudadas e que “ficam bem” entre si, se o nosso gosto lhes torcer o nariz, para quê forçar?

Deixo-vos algumas sugestões e se ficarem com vontade de ver ainda mais, podem visitar o Pinterest da Blossom, aqui.

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Com vontade de experimentar? Arrisquem porque é divertido. E se sentirem a necessidade de ficar a conhecer a paleta de cores que melhor favorece o vosso rosto, podem experimentar o nosso Estudo de Cores.

Diz-me o que vestes, dir-te-ei quem és

A consultoria de imagem é um serviço de aconselhamento personalizado, centrado na imagem pessoal / profissional do cliente. É a visão do consultor sobre as melhores opções de roupa, cores,  padrões, texturas, marcas, acessórios, corte de cabelo e maquilhagem para a vida real. E por melhores opções, entenda-se o que melhor transmite os objectivos do cliente. Falei sobre este tema aqui.

Tudo o que rodeia o corpo e o projecta para o exterior é uma forma de comunicação. Assume-se como linguagem e é interpretada POR TODA A GENTE. Passamos a vida a tirar conclusões e a pensar em aspectos sobre o outro com base na forma como se apresenta e, na maior parte das vezes, fazêmo-lo de modo inconsciente. Umas vezes acertamos, outras não. Há pessoas exímias na arte de criar aparências e de nos levar a acreditar em aspectos que de verdadeiro têm pouco.

Mesmo para quem não goste de dar importância ao tema e se negue a pensar no assunto por mais de 30 segundos, tudo aquilo que usamos não é fruto de um mero acaso. Não é despojado de sentido. As escolhas de cada pessoa têm uma história. Até para quem se veste em piloto automático todas as manhãs, aquilo que há lá em casa para usar foi escolhido com um critério.

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O que gostamos ou não gostamos de usar está relacionado com o que nos marcou algures na infância, na adolescência ou até no início da vida adulta. Vou dar quatro exemplos:

  1. A farda da escola onde andei em Moscovo nos anos 80, fez com que o castanho fosse uma cor inexistente no meu guarda-roupa actual.
  2. As socas brancas de enfermeira que uma cliente usou durante 20 anos, criaram-lhe uma aversão a sapatos claros.
  3. Os fatos de macaco que outra cliente tem que usar durante seis meses por ano na plataforma de petróleo onde trabalha, fazem com que sinta uma necessidade de usar stilettos e peças ultra-femininas nos outros seis meses livres que tem.
  4. O blazer de lantejoulas que um amigo músico tinha que usar quando era mais jovem e tocava em bailaricos na província, fez nascer um ódio por tudo o que são tecidos brilhantes.

Estes pequenos exemplos definem alguns aspectos do gosto de cada um. Surgem de uma imposição que em nenhum dos casos agradava e isso deixou a sua marca.

E é assim que se vai construindo o estilo pessoal que é sempre a soma de elementos:

  1. referências boas do passado (membros da família, amigos, ídolos)
  2. zona de conforto (o que nos agrada ou não)
  3. relação com o corpo (que aspectos preferimos evidenciar ou camuflar)
  4. estado da auto-estima (desde o “Não quero que ninguém me veja” até ao “Cheguei!”)
  5. interesses recentes que possam despertar a atenção (tendências ou influências de amigos)
  6. a forma como queremos de ser vistos pelos outros

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As pessoas que vou conhecendo e que querem transmitir a mensagem de que “não se importam minimamente com a roupa”, têm uma forma de o dizer através daquilo que usam e da maneira como coordenam as peças. Há aspectos nessa escolha que podem indicar que a sua maior preocupação é, por exemplo, o conforto e nada mais. E escolhem a roupa e os sapatos em conformidade – materiais mais naturais, cores neutras, peças simples com cortes “normais”, nada que brilhe muito ou tenha cores eléctricas. Nunca saltos altos no caso das mulheres. Em alguns casos, chego a reparar que gostam de passar a sensação de uma ligeira descoordenação geral – nas cores e nas formas da roupa, através do cabelo mais ou menos desalinhado, pela ausência de maquilhagem. Estes são alguns sinais que nos transmitem a preocupação com o lado prático e o abandono de preocupações estéticas, que consideram fúteis e exageradas (daí a tal descoordenação, que de inocente e espontânea tem pouco.). A mensagem que pretendem passar é que o valor do ser humano está no interior e não na aparência. (E acredito que todos nós concordamos, certo?) Mas esta mensagem é passada através da imagem pessoal, num primeiro contacto com o outro. É a ferramenta de comunicação simbólica, a mais imediata. E ainda da experiência que vou tendo, infelizmente, acabam por ser estas as pessoas mais preconceituosas e que mais criticam todos aqueles que não se apresentam da mesma forma, o que é bastante contraditório, do meu ponto de vista.

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O acto de vestir, tem sentidos diferentes para cada pessoa. Ao longo dos anos, tenho vindo a encontrar pontos em comum.

Para algumas pessoas, a roupa funciona como um manto de invisibilidade. Quanto mais se confundirem com a multidão, melhor. Nada de muitas cores, nada de corpo à mostra. O problema até costuma ser esse – o descontentamento com a aparência física e uma baixa auto-estima. O querer tapar tudo para que ninguém veja as supostas imperfeições leva a que muitas clientes (mais magrinhas ou mais gordinhas) sintam uma insatisfação brutal e que procurem soluções-penso-rápido para a situação. Os acessórios e a maquilhagem costumam ser os elementos mais requisitados nestes casos. O que gostava de aconselhar, mais do que uma consultoria de imagem, seria mesmo um psicólogo / psicoterapeuta / psiquiatra. Há temas delicados que têm que ser resolvidos com terapia. Com uma aceitação que venha de dentro para fora. Por mais que a consultoria ajude no aspecto da melhoria da auto-estima, quando há níveis de descontentamento verdadeiramente profundos, o tema tem que ser resolvido por profissionais de outra área.

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Outro perfil com que me vou cruzando é o das pessoas que se preocupam, acima de tudo, com a adequação. Tenho muitas clientes que querem ser vistas de uma forma “correcta”, ajustada e perfeita, sempre apropriada às diferentes situações. Detecto aqui algumas inseguranças a nível pessoal. O querer agradar de forma desmedida a todos pode significar que não estamos a agradar primeiro a quem mais importa – a nós próprios. A necessidade de aprovação por parte do exterior funciona como uma alavanca para que o cliente se tente aceite melhor a si mesmo. Infelizmente, noto muito mais este aspecto nas mulheres do que nos homens.

Há ainda as pessoas para quem o vestir pode agregar a componente do sonho e da projecção. Compram-se peças de roupa ou acessórios que não têm nada ver com a vida real, mas sim com aquela que se gostaria de ter. E assim se constroem guarda-roupas frustrantes e que são cabides de más lembranças. Novamente os exemplos:

  1. Vou comprar isto para usar quando fizer aquela viagem de sonho.
  2. Vou comprar isto para usar quando emagrecer e assim fico motivada e faço dieta.
  3. Vou comprar isto porque dá sempre jeito ter uns sapatos pretos de salto alto.
  4. Vou comprar isto porque é uma das peças-chave que TODA A GENTE TEM QUE TER. (Este tema há-de ser desenvolvido e desmistificado em breve).
  5. Vou comprar isto porque está baratíssimo e até levo em mais do que uma cor.

Posso imaginar alguns sorrisos cúmplices desse lado, de quem se reviu em alguns dos pontos apresentados. Talvez este perfil seja um dos mais fáceis de aconselhar. Com objectividade, tudo se resolve.

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Há ainda outros exemplos que posso referir – pessoas para quem ter peças de determinadas marcas é muito importante. Aqui falamos da questão do status que as marcas podem dar e dos valores que cada cliente quer incorporar e transmitir ao usá-las. É uma forma tão válida como outra qualquer nestas coisas do vestir e toda a gente faz um pouco isto. E o storytelling de algumas marcas é exímio em criar desejo nos consumidores.

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Pessoas para quem a roupa é sinónimo de juventude. Quando há dificuldade em aceitar que o tempo está a passar e que vamos envelhecendo, noto que quem não lida bem com esse aspecto, procura manter-se fiel a peças semelhantes às que são usadas por jovens na casa dos vinte e tal. É quase como querer congelar o avançar do tempo com roupas de cortes mais justos, mais curtos e mais coloridas. Por vezes, reparamos ali em qualquer coisa um pouco forçada, o que nem sempre é favorável. Ainda assim, é uma abordagem que se deve respeitar. Noto que na maior parte dos casos, é adoptada por quem saiu de relações ou procura um novo amor. (Comunicação outra vez!). Na minha opinião, pode resultar muito bem quando as pessoas se sentem bem dentro da roupa e tudo tem um ar natural. Não acredito em roupas certas conforme a idade. Acredito em roupas certas conforme a pessoa.

Na Blossom, a perspectiva que adoptamos com clientes e que passamos aos nossos alunos é a da importância de uma visão personalizada e realista sobre aquilo que vamos aconselhar a cada pessoa.

Todas estas ideias vão ser apresentadas no próximo curso de Estilo Pessoal e são também discutidas nos cursos de consultoria de imagem. Há outras formas de olhar para o tema e a partilha que habitualmente acontece durante as aulas é verdadeiramente enriquecedora e dinâmica. Mais do que isso, tem utilidade prática porque ajuda a repensar a relação que cada aluna tem com o seu guarda-roupa e com a forma como se relaciona com o acto de vestir. O convite fica feito e as inscrições ainda estão a decorrer.

Mais informações aqui.

 

Tudo o que vai acontecer em Abril e Maio

Os dias maiores e este sol maravilhoso trazem-me muitíssima energia. E essa energia reflecte-se no entusiasmo e vontade de continuar a acrescentar novidades à Blossom. E como as boas notícias devem ser partilhadas, é hora de apresentar o nosso plano de formação para Abril e Maio.

Os cursos de Consultoria de Imagem continuam a decorrer aos Sábados e também durante a semana. Há novas edições previstas para os formatos intensivos que são marcadas consoante a disponibilidade dos formandos. Em breve partilhamos a próxima.

O curso de Estilo Pessoal começa no dia 20 de Abril. Vamos dar início a esta nova aventura com um grupo que promete fazer com que as sessões sejam super divertidas e dinâmicas.

E qual é o perfil das participantes que integram o curso?

São mulheres que:

1 – pretendam ganhar mais confiança na sua imagem
2 – sempre sonharam em fazer uma consultoria de imagem completa
3 – querem poupar tempo e dinheiro
4 – pretendem ter um guarda-roupa funcional, com peças versáteis
5 – querem ganhar uma rotina de cuidados eficiente, tanto com a roupa como com a maquilhagem
6 – querem aumentar a sua auto-estima e ganhar mais confiança em si
7 – querem escolher com segurança o que vestir em todas as ocasiões

Se se identificaram com estas sete características, ainda vão a tempo de se inscrever.

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E em Maio regressam os cursos de Maquilhagem, Comunicação Digital I e II, Marca: Passo a Passo, Motivação Pessoal e ainda há duas novidades.

Depois de primeiras edições esgotadas, aos dois cursos de Comunicação Digital I e II decidimos acrescentar um terceiro, desta vez para aprofundar conhecimentos e estratégias nas redes sociais.

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A segunda novidade é o curso Website – Do It Yourself. Com o objectivo de ajudar no desenvolvimento da marca dos alunos do curso de consultoria de imagem, em parceria com a Bless, criámos este curso para que cada pessoa possa construir o seu site. O curso tem apenas 5 lugares para que o o acompanhamento possa ser personalizado. Embora tenha sido pensado para alunos da Blossom, é uma formação aberta a todas as pessoas para quem ter um site bonito e funcional seja uma prioridade. Os cursos de Comunicação Digital I, II e III e Marca: Passo a Passo também são abertos ao público em geral.

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Aqui fica a informação detalhada e organizada para que possam tomar nota na vossa agenda:

ESTILO PESSOAL: 5ª feira – 19h às 22h – De 20 de Abril a 1 de Junho – €190

MAQUILHAGEM: 2ª e 3ª feira – 19h às 22h – De 8 a 30 de Maio – €290

MOTIVAÇÃO PESSOAL: Sábado – 9h às 13h – 27 de Maio e 3 de Junho – €100

COMUNICAÇÃO DIGITAL I : Domingo – 9h às 13h – 7 de Maio – €60

COMUNICAÇÃO DIGITAL II : Domingo – 10h às 19h – 14 de Maio – €120

COMUNICAÇÃO DIGITAL II : Domingo – 10h às 19h – 21 de Maio – €120

MARCA: PASSO A PASSO : Domingo – 9h às 13h – 28 de Maio – €60

WEBSITE: DO IT YOURSELF : 4ª feira – 19h às 21h – 3 a 31 de Maio – €325

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Guardar

Qual é o meu estilo?

A pergunta que serve de título a este post é uma das que ouço com mais frequência. Não só por parte de clientes mas também de alunos ou amigos. Homens e mulheres.

“Qual é o meu estilo?” “O que é que me fica melhor?” “O que é que devo usar conforme o meu corpo?”

A grande maioria das pessoas tem bastante dificuldade em definir a sua própria imagem porque, muitas vezes, aquilo que pensam sobre si mesmas pode estar ligeiramente distorcido. Há muitas pessoas (mais as mulheres, neste ponto) que adoram comprar roupa e experimentar as últimas tendências. Na maior parte dos casos, ficam com a ideia de que gostam de tudo e que o seu estilo é ecléctico e até “esquizofrénico”, como já mo disseram muitas vezes. É sempre mais fácil encontrar uma peça que é “a cara” da nossa amiga do que definir a nossa própria imagem. Identificam-se?

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Por sentir que há muitas questões relacionadas com a imagem, com as compras, com o que melhor se adequa a cada pessoa, com a gestão dos guarda-roupas (ou a dificuldade em lidar com os excessos que estão lá dentro) e com a definição do estilo, decidi criar o curso de Estilo Pessoal. Embora já o tivesse apresentado aqui, considero que o tema merece um post específico.

A primeira edição é para senhoras mas, está para breve um curso inteiro dedicado ao público masculino. E a quem em concreto se destina esta formação?
• A todas as mulheres que pretendam ganhar mais confiança na sua imagem
• A quem sempre sonhou em fazer uma consultoria de imagem completa
• A quem quer poupar tempo e dinheiro
• A quem pretende ter um guarda-roupa funcional, com peças versáteis
• A quem quer ganhar uma rotina de cuidados eficiente, tanto com a roupa como com a maquilhagem
• A quem quer aumentar a sua auto-estima e ganhar mais confiança em si
• A quem quer escolher com segurança o que vestir em todas as ocasiões

E tendo em conta os pontos que enumerei no início deste artigo, estes foram os objectivos que defini para este curso:

  • Identificar o estilo, universo visual e as prioridades de cada participante
  • Potenciar a imagem de cada pessoa, alinhado-a com o estilo de vida
  • Dar a conhecer os diferentes tipos de corpo e a sua valorização
  • Conhecer a paleta de cores mais favorável e aprender a coordená-las
  • Simplificar a relação com o guarda-roupa através de um processo de triagem eficiente
  • Eliminar a sensação de “não ter nada para vestir”
  • Facilitar o processo de compra, tornando-o eficaz e assertivo
  • Desconstruir ciclos de consumo impulsivo
  • Aprender a construir looks versáteis e adequados a diversas situações
  • Ganhar mais confiança na escolha de texturas, cortes e acessórios
  • Saber que cortes de cabelo são mais adequados
  • Dominar as técnicas de maquilhagem, adaptando-as à realidade e necessidades de cada participante
  • Dar autonomia às participantes relativamente a questões relacionadas com a imagem, valorizando a sua autoestima e confiança pessoal

E como vamos consegui-lo? Através de muitos exercícios práticos que serão desenvolvidos ao longo destes quatro módulos:

Módulo 1 – Identidade Visual – com Marta Monteiro e Dora Dias – 3h
Objectivos pessoais | Pontos de partida e prioridades: o que originou a vontade/necessidade de mudar?  | Relação emocional com a roupa

· Módulo 2 – Styling estratégico com Dora Dias – 3h
Estilo de vida VS Universos visuais | Estilo e comunicação | Fórmulas chave | Coordenação e mensagens |  Linguagem das cores | Padrões | Fitting, materiais e texturas

· Módulo 3 – Guarda-roupa, compras e provas com Dora Dias – 12h
• Triar – desintoxicar o guarda-roupa
• Organizar – Armário | gavetas | acessórios
• Comprar – Planeamento | Assertividade | Prazer
• Coordenar –  Referências visuais | Objetivos | Exercícios práticos
• Experimentar – Sessão prática de compras em lojas

· Módulo 4 – Beleza e maquilhagem com Anabela Gonçalves – 6h
Tipos de pele e cuidados a ter / os diferentes produtos
Maquilhagem natural / Maquilhagem para eventos – aplicação prática

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Quando vai decorrer? Às quintas-feiras, entre as 19h e as 22h, de 30 de Março a 11 de Maio.

Quanto custa? €190 (Podem consultar-nos aqui para mais informações sobre condições de pagamento).

Onde e como se podem inscrever? Aqui.

Um guarda-roupa funcional, sem excessos e que seja o reflexo de quem o construiu faz todo o sentido nos dias que correm. A roupa e os acessórios, além de adequados a cada pessoa e às situações do seu dia a dia, podem e devem ser escolhidos com prazer. E é exactamente essa a nossa proposta.

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Março em agenda

Se Fevereiro foi um mês cheio de novidades na Blossom, Março não se afigura diferente.

A primeira edição de 2017 do curso de consultoria de imagem aos Sábados de manhã tem data marcada para 4 de Março.

Março é também o mês em que regressa o muito desejado curso de Motivação Pessoal com a Marta Monteiro.  Outra das novidades é o curso Marca: Passo a Passo com a Susana Rodrigues. Depois de esgotadas as primeiras edições dos cursos de Comunicação Digital I e II, avançamos agora para esta nova formação que se destina a todas as pessoas que têm que gerir uma marca e responder a todas as solicitações do dia a dia profissional.

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E por último, o curso de Estilo Pessoal. Depois de muitas edições dos workshops “Será que me fica bem?” e “Estilo: mais por menos”, a necessidade de aprofundar conhecimentos e poder dar ferramentas mais completas às participantes levou-nos a criar este curso. Questões como: “Qual é o meu estilo?” “O que é que devo usar em determinadas ocasiões?” “Como posso comprar roupa de forma mais consciente e assertiva?” “Como é que devo coordenar a minha roupa, consoante o dress code do local de trabalho?”, entre tantas outras, não podem ter respostas standard porque cada pessoa é diferente.

Nas 3 horas de duração dos workshops, passamos as técnicas base da consultoria de imagem para que cada participante fique com as ideias principais e possa depois explorá-las por si própria.  Desta vez, teremos 24h para que todas as questões possam ser abordadas e trabalhadas durante a formação. O curso parte, como não poderia deixar de ser, do auto-conhecimento e da consciencialização daquilo que cada mulher quer projectar com a sua imagem. Depois de definidos os objectivos, serão então passadas diferentes estratégias para os alcançar. Quanto maior o envolvimento de cada aluna, melhores os resultados.

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O grande objectivo é que cada pessoa faça uma consultoria de imagem completa a si própria e melhore os resultados com um workshop de 6h de auto-maquilhagem. 

Estes serão os módulos do curso:

Módulo 1Identidade Visual – com Marta Monteiro e Dora Dias – 3h
Objectivos pessoais | Pontos de partida e prioridades: o que originou a vontade/necessidade de mudar?  | Relação emocional com a roupa

· Módulo 2Styling estratégico com Dora Dias – 3h
Estilo de vida VS Universos visuais | Estilo e comunicação | Fórmulas chave | Coordenação e mensagens |  Linguagem das cores | Padrões | Fitting, materiais e texturas

· Módulo 3Guarda-roupa, compras e provas com Dora Dias – 12h
• Triar – desintoxicar o guarda-roupa
• Organizar – Armário | gavetas | acessórios
• Comprar – Planeamento | Assertividade | Prazer
• Coordenar –  Referências visuais | Objetivos | Exercícios práticos
• Experimentar – Sessão prática de compras em lojas

· Módulo 4 Beleza e maquilhagem com Anabela Gonçalves – 6h
Tipos de pele e cuidados a ter / os diferentes produtos
Maquilhagem natural / Maquilhagem para eventos – aplicação prática

Para que possam organizar a vossa agenda, deixamos uma síntese dos cursos e respectivas datas. Tudo a partir de 4 de Março. Para mais informações e inscrições, podem contactar-nos aqui.

Curso de Consultoria de Imagem

  • 4 de Março a 3 de Junho de 2017
  • Sábados: 9h30 às 13h30
  • Formação presencial com Dora Dias
  • Valor – €1250

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Curso Marca: Passo a Passo

  • 5 de Março – Domingo – 9h às 13h ou 6 e 7 de Março de 2017 – Segunda e terça-feira – 19h às 21h
  • Formação presencial com Susana Rodrigues
  • Valor – €60

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Curso de Motivação Pessoal

  • 8, 9, 15 e 16 de Março de 2017
  • Quarta e quinta-feira: 19h às 21h
  • Formação presencial com Marta Monteiro
  • Valor – €100

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Curso de Estilo Pessoal

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Estou bem assim? O que é que mudava em mim?

Quando digo a alguém que acabei de conhecer qual é a minha profissão, começo a contar o tempo até que surjam as duas perguntas do costume:

  • 1 – “Estou bem assim?”
  • 2 – “O que mudava em mim?”

“Diria que sim.” e “À partida, nada.” são habitualmente as minhas respostas, por ordem.

E as terceiras e quartas perguntas são: “Como nada?!” “Está tudo certo aqui?”

E aí começo a explicar as bases do trabalho de consultoria de imagem.

1º – Não há certos ou errados. Há peças de roupa ou acessórios mais adequados a determinadas situações ou objectivos. E a seguir entram as minhas questões: Quais são os seus objectivos? O que pretende comunicar com a sua imagem? Como quer ser visto pelos outros? Do que é que gosta e o que o deixa desconfortável? Num universo tão grande de hipóteses, que sentido faria aconselhar peças que nada tenham a ver com o gosto do cliente?

2º – Não mudo nada sem que alguém me peça uma sugestão. E essa mudança não depende do meu gosto ou daquilo que eu imagino para aquela pessoa. Depende da sua zona de conforto, do seu gosto pessoal e do seu estilo de vida. E, acima de tudo, dos seus objectivos e da sua vontade de mudar.

A confiança que os clientes depositam no meu trabalho é fundamental. E essa confiança só é merecida se a minha postura for, acima de tudo, de respeito por quem está à minha frente e pela sua zona de conforto. É fundamental procurar conhecer a pessoa porque o que faz sentido para uns, é impensável para outros e qualquer sugestão de mudança tem que ser TOTALMENTE personalizada.

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Do meu ponto de vista, a consultoria de imagem só faz sentido se for realista. O processo deve ser feito com base nas situações concretas do dia a dia de cada cliente (vida profissional, pessoal, momentos de lazer). Não cabe ao consultor projectar nas sugestões que faz ao seu cliente, um estilo de vida que não seja o dele. Quando aparecem transformações muito radicais em algums programas sobre consultoria, assistimos à morte violenta da gata borralheira que usava fatos-de-treino, ténis e elásticos farfalhudos e ao nascimento rápido da  princesa-diva de stilettos, vestidos estruturados e smokey eyes. Podemos até gostar do resultado… mas, não nos devemos esquecer: é TELEVISÃO! É sonho! Não é a realidade. Apostaria qualquer coisa em como passadas duas semanas, a nova princesa estaria de volta aos velhos hábitos.

A vida real da maior parte das clientes nada tem a ver com saltos vertiginosos, com as últimas tendências de moda, com guarda-roupas de sonho ou peças caríssimas. E a consultoria de imagem também se faz para o público masculino. Cada vez MAIS, pelo menos na Blossom.

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Ainda há a ideia absurda de que o consultor de imagem, além de obrigar o cliente a deitar fora 90% do seu guarda-roupa, vai ridicularizar muitas das peças que encontra com aquela atitude snobe a que a TV já nos habituou. E como se não bastasse, ainda vai levar o cliente às lojas mais caras… Outra vez: ISTO É TV! E é triste!

Já me aconteceu muitas vezes, antes de iniciar um processo completo de consultoria de imagem, ter que desmistificar todos estes conceitos e mostrar o que realmente vai acontecer:

  1. Perceber quais são as necessidades, motivações e objectivos do cliente através de uma conversa franca e de uma análise pormenorizada
  2. Compreender o estilo de vida e o gosto de cada pessoa de forma detalhada
  3. Analisar o que pode fazer sentido manter ou retirar do armário COM BASE NOS OBJECTIVOS DEFINIDOS. Mesmo aquilo que vai sair, não tem que ser doado ou deitado para o lixo. Pode ser “arquivado” para não atrapalhar as escolhas do dia a dia.
  4. Planear uma sessão de compras equilibrada, assertiva e CONSCIENTE, dentro dos valores que o cliente está habituado a gastar. E é claro que procuro mostrar sempre marcas novas. É também um processo de aprendizagem e descoberta para o cliente.
  5. Comprar o que é prioritário, de forma eficaz. Este momento tem que ser um prazer e não um sacrifício.
  6. Elaborar propostas de imagem para diferentes situações da vida do cliente com as peças existentes e com as novas. Quanto menos roupa dentro do armário, melhor! Só faz sentido ter peças que nos fiquem realmente bem e das quais gostemos verdadeiramente. Qual é a graça em usar uma coisa “assim assim” que, ainda por cima, espeta, ou é justa ou causa algum tipo de desconforto? Há necessidade? Não! Há escolhas.

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E depois de explicar todo o processo, costumo ouvir ainda: “Assim que me sair o euromilhões, vou contratá-la! Sim, porque isso deve ser uma fortuna, não é?”

Não, não é. Tem o valor que cada consultor considera justo para as horas de trabalho que vai desenvolver junto do cliente e para as horas de trabalho que vai ter longe do cliente ao elaborar uma proposta à medida. É importante contabilizar também os anos de experiência do consultor. Para os mais curiosos, os preços da Blossom estão todos aqui.  Gosto muito de transparência e objectividade.

Além de ser um trabalho que muita gente ainda desvaloriza por considerar fútil (mas já nem vou perder tempo a justificar seja o que for sobre esse tema) porque… “opiniões sobre roupa e “trapos” qualquer um dá!”… a verdade é que TODOS têm sempre muitas perguntas.

Ninguém quer sentir que pode estar a fazer má figura. As pessoas vivem com medo do rídiculo. Quais são as melhores opções para mim? Que cores, que cortes, que peças, que padrões, que acessórios? Que corte de cabelo? Então pergunta-se a um consultor “o que é que ele acha” e pede-se para que dê “umas dicas”! Como se pede a um maquilhador para passar um pózinho, a um cabeleireiro para dar um jeitinho, a um fotógrafo para tirar umas fotos rápidas, a um designer para fazer uns rabiscos ou a um músico para tocar qualquer coisinha.

As pessoas esquecem-se o que é que o implica. Para quem não se lembre muito bem, posso refrescar a memória com palavras como investimento, aprendizagem, experiência, tempo e dedicação. E tudo isso tem um valor, como qualquer outro trabalho.

Felizmente, tenho a sorte de trabalhar com clientes que além de compreenderem perfeitamente o meu trabalho, lhe dão também a devida importância. Não há melhor sensação do que receber feedbacks sinceros sobre o processo de consultoria e a mudança (sobretudo interna) que provocou em cada pessoa.

Para mim, a consultoria de imagem é uma área apaixonante. Adoro trabalhar com pessoas. Gosto muito de descobrir aspectos da personalidade através da forma como cada cliente se relaciona com todo processo de vestir, com as suas escolhas e com a maneira como faz compras. Um guarda-roupa é um espelho claríssimo da pessoa que está à minha frente.

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Ao longo destes anos, tenho dividido esta paixão com centenas de alunos, através do curso de consultoria de imagem. Partilho experiências e aprendo. Vou conhecendo pessoas que gostariam de sentir este mesmo encanto pelo seu trabalho mas, confessam-me que a sua paixão é mesmo a moda. Que sempre foi… a minha pergunta é sempre a mesma: porque não arriscar? A vida é muito curta para vivermos conformados com escolhas que nos deixam infelizes, sejam elas quais forem. O meu desafio é que experimentem. Há uma nova edição do curso quase quase a começar. Juntam-se a mim?

 

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Fórmulas Olivia

Olivia Palermo. Há quem a adore e, como não podia deixar de ser, quem não lhe ache piada nenhuma. Por aqui, gostamos e foi por isso que fizemos uma selecção de imagens para encontrar algumas fórmulas.

A maneira como constrói os seus looks cativa muita gente. Escolhe materiais e formas relativamente clássicas para depois coordenar com acessórios mais trendy. É mestra na mistura de padrões e, acaba por inspirar muitas mulheres porque o risco é sempre muito controlado. Seja pelo pendant de cores ou pela forma clássica como usa o cabelo, a maquilhagem ou a manicure.

Então vamos olhar com atenção.

Fórmula 1 – Matchy Matchy

Se há uma peça mais trendy (na primeira imagem temos o bomber jacket, na segunta as culottes turquesa e na terceira o colete), tudo o resto fica a condizer. Há uma repetição de cores nos acessórios e na roupa para que a peça se destaque e as outras não lhe tirem protagonismo.

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Fórmula 2 – Mixed prints

Os padrões misturados são uma das suas imagens de marca mas, reparem na forma controlada como o faz. Nestas três imagens, a repetição de cores, mantém tudo harmonioso e agradável ao olhar. Para quem gostava de experimentar mas tem pouca coragem, esta pode ser a maneira mais simples de o fazer. Escolham uma repetição de cor (branco e preto é o mais fácil) e do motivo do padrão. Veja a imagem do meio – cores iguais e riscas com riscas.

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Fórmula 3 – Keep it simple

Quando as peças de roupa são simples e clássicas funcionam como uma tela onde os acessórios ficam com o protagonismo. A chave será – roupa lisa +  acessórios vistosos. E assim, porque não arriscar? Esqueçam a carteira a condizer com os sapatos. Já não estamos em 2004. A realidade agora é mais divertida.

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Fórmula 4 – Flat shoes nada aborrecidos

Mesmo quando não há saltos altos, os coordenados são bem trabalhados. E se repararem, há uma repetição do que falámos acima. Na primeira imagem, o colar e a pulseira fazem pendant com as cores das sabrinas. Na segunda imagem, o decote vertiginoso usado de dia foi imediatamente suavizado com um lenço de menina bem comportada e sabrinas nude. E por fim, os sleepers bordados acrescentam interesse aos tons (quase) monocromáticos do coordenado que ainda inclui uma mini bag turquesa.

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Uma das sugestões que faço às minhas clientes é que desenvolvam hábitos de pesquisa e reúnam imagens de que gostam e que as inspirem nas suas escolhas diárias.

Espero que estas sugestões vos ajudem e sejam ideias novas para o vosso dia a dia. E não se esqueçam de que há um lado divertido na moda. Não levem tudo tão a sério e esqueçam os certos e errados. Não estão escritos em lado nenhum.

10 tendências

A convite da produção do Agora Nós da RTP 1, fui ontem falar sobre tendências para a próxima estação.

Deixo um resumo das principais tendências de senhora, numa versão street style.

Anotem:

1-Riscas largas e coloridas. (verticais ou horizontais)

2 – Inspiração nos anos 70 (camurças, calças à boca de sino, franjas, tons terra, sandálias com plataformas altíssimas)

3 – Romance (vestidos lingerie, folhos, rendas, ombros à mostra)

4 – Metalizados (brilhar durante o dia – porque não?)

5 – Ganga (look integral – vejam como usar aqui)

6 – Saias midi (continuam a usar-se a direito ou rodadas)

7 – Blocos de cores fortes

8 – Blusões (os bomber jackets querem-se bordados ou estampados)

9 – Carteiras pequeninas ou mochilas

10 – Brincos ao poder – quanto mais vistosos, melhor

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Qual é a vossa preferida? Vão escolher alguma para esta estação?