Arquivos Mensais:Fevereiro de 2017

O que se diz sobre o curso de consultoria de imagem?

É um prazer para mim poder partilhar o sucesso das alunas da Blossom.

E porque já é tradição partilhar alguns testemunhos, há duas novidades aqui. Desta vez, apresento dois projectos relativamente recentes – a Bellucci, em Lisboa e a InBloom, no Porto.

Nada melhor do que deixar-vos ler as palavras da Ana Luísa Magalhães e da Tânia Sitoe sobre a sua experiência na Blossom e também sobre os seus próprios projectos.

Assistir ao nascimento e consolidação de marcas na área da consultoria de imagem e saber que a Blossom teve um papel fundamental na sua génese tem um sabor muito especial. Sentir que posso inspirar e contribuir para que muitas pessoas levem avante os seus sonhos é a prova de que todo este percurso faz muito sentido.

Por aqui, continuo a adorar as segundas-feiras e a sensação de acordar para uma semana onde quase tudo o que vier a acontecer foi desenhado e escolhido por mim.  Espero que as antigas, actuais e futuras alunas da Blossom partilhem esta sensação por muitos anos, a fazer exactamente aquilo que gostam.

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Estou bem assim? O que é que mudava em mim?

Quando digo a alguém que acabei de conhecer qual é a minha profissão, começo a contar o tempo até que surjam as duas perguntas do costume:

  • 1 – “Estou bem assim?”
  • 2 – “O que mudava em mim?”

“Diria que sim.” e “À partida, nada.” são habitualmente as minhas respostas, por ordem.

E as terceiras e quartas perguntas são: “Como nada?!” “Está tudo certo aqui?”

E aí começo a explicar as bases do trabalho de consultoria de imagem.

1º – Não há certos ou errados. Há peças de roupa ou acessórios mais adequados a determinadas situações ou objectivos. E a seguir entram as minhas questões: Quais são os seus objectivos? O que pretende comunicar com a sua imagem? Como quer ser visto pelos outros? Do que é que gosta e o que o deixa desconfortável? Num universo tão grande de hipóteses, que sentido faria aconselhar peças que nada tenham a ver com o gosto do cliente?

2º – Não mudo nada sem que alguém me peça uma sugestão. E essa mudança não depende do meu gosto ou daquilo que eu imagino para aquela pessoa. Depende da sua zona de conforto, do seu gosto pessoal e do seu estilo de vida. E, acima de tudo, dos seus objectivos e da sua vontade de mudar.

A confiança que os clientes depositam no meu trabalho é fundamental. E essa confiança só é merecida se a minha postura for, acima de tudo, de respeito por quem está à minha frente e pela sua zona de conforto. É fundamental procurar conhecer a pessoa porque o que faz sentido para uns, é impensável para outros e qualquer sugestão de mudança tem que ser TOTALMENTE personalizada.

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Do meu ponto de vista, a consultoria de imagem só faz sentido se for realista. O processo deve ser feito com base nas situações concretas do dia a dia de cada cliente (vida profissional, pessoal, momentos de lazer). Não cabe ao consultor projectar nas sugestões que faz ao seu cliente, um estilo de vida que não seja o dele. Quando aparecem transformações muito radicais em algums programas sobre consultoria, assistimos à morte violenta da gata borralheira que usava fatos-de-treino, ténis e elásticos farfalhudos e ao nascimento rápido da  princesa-diva de stilettos, vestidos estruturados e smokey eyes. Podemos até gostar do resultado… mas, não nos devemos esquecer: é TELEVISÃO! É sonho! Não é a realidade. Apostaria qualquer coisa em como passadas duas semanas, a nova princesa estaria de volta aos velhos hábitos.

A vida real da maior parte das clientes nada tem a ver com saltos vertiginosos, com as últimas tendências de moda, com guarda-roupas de sonho ou peças caríssimas. E a consultoria de imagem também se faz para o público masculino. Cada vez MAIS, pelo menos na Blossom.

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Ainda há a ideia absurda de que o consultor de imagem, além de obrigar o cliente a deitar fora 90% do seu guarda-roupa, vai ridicularizar muitas das peças que encontra com aquela atitude snobe a que a TV já nos habituou. E como se não bastasse, ainda vai levar o cliente às lojas mais caras… Outra vez: ISTO É TV! E é triste!

Já me aconteceu muitas vezes, antes de iniciar um processo completo de consultoria de imagem, ter que desmistificar todos estes conceitos e mostrar o que realmente vai acontecer:

  1. Perceber quais são as necessidades, motivações e objectivos do cliente através de uma conversa franca e de uma análise pormenorizada
  2. Compreender o estilo de vida e o gosto de cada pessoa de forma detalhada
  3. Analisar o que pode fazer sentido manter ou retirar do armário COM BASE NOS OBJECTIVOS DEFINIDOS. Mesmo aquilo que vai sair, não tem que ser doado ou deitado para o lixo. Pode ser “arquivado” para não atrapalhar as escolhas do dia a dia.
  4. Planear uma sessão de compras equilibrada, assertiva e CONSCIENTE, dentro dos valores que o cliente está habituado a gastar. E é claro que procuro mostrar sempre marcas novas. É também um processo de aprendizagem e descoberta para o cliente.
  5. Comprar o que é prioritário, de forma eficaz. Este momento tem que ser um prazer e não um sacrifício.
  6. Elaborar propostas de imagem para diferentes situações da vida do cliente com as peças existentes e com as novas. Quanto menos roupa dentro do armário, melhor! Só faz sentido ter peças que nos fiquem realmente bem e das quais gostemos verdadeiramente. Qual é a graça em usar uma coisa “assim assim” que, ainda por cima, espeta, ou é justa ou causa algum tipo de desconforto? Há necessidade? Não! Há escolhas.

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E depois de explicar todo o processo, costumo ouvir ainda: “Assim que me sair o euromilhões, vou contratá-la! Sim, porque isso deve ser uma fortuna, não é?”

Não, não é. Tem o valor que cada consultor considera justo para as horas de trabalho que vai desenvolver junto do cliente e para as horas de trabalho que vai ter longe do cliente ao elaborar uma proposta à medida. É importante contabilizar também os anos de experiência do consultor. Para os mais curiosos, os preços da Blossom estão todos aqui.  Gosto muito de transparência e objectividade.

Além de ser um trabalho que muita gente ainda desvaloriza por considerar fútil (mas já nem vou perder tempo a justificar seja o que for sobre esse tema) porque… “opiniões sobre roupa e “trapos” qualquer um dá!”… a verdade é que TODOS têm sempre muitas perguntas.

Ninguém quer sentir que pode estar a fazer má figura. As pessoas vivem com medo do rídiculo. Quais são as melhores opções para mim? Que cores, que cortes, que peças, que padrões, que acessórios? Que corte de cabelo? Então pergunta-se a um consultor “o que é que ele acha” e pede-se para que dê “umas dicas”! Como se pede a um maquilhador para passar um pózinho, a um cabeleireiro para dar um jeitinho, a um fotógrafo para tirar umas fotos rápidas, a um designer para fazer uns rabiscos ou a um músico para tocar qualquer coisinha.

As pessoas esquecem-se o que é que o implica. Para quem não se lembre muito bem, posso refrescar a memória com palavras como investimento, aprendizagem, experiência, tempo e dedicação. E tudo isso tem um valor, como qualquer outro trabalho.

Felizmente, tenho a sorte de trabalhar com clientes que além de compreenderem perfeitamente o meu trabalho, lhe dão também a devida importância. Não há melhor sensação do que receber feedbacks sinceros sobre o processo de consultoria e a mudança (sobretudo interna) que provocou em cada pessoa.

Para mim, a consultoria de imagem é uma área apaixonante. Adoro trabalhar com pessoas. Gosto muito de descobrir aspectos da personalidade através da forma como cada cliente se relaciona com todo processo de vestir, com as suas escolhas e com a maneira como faz compras. Um guarda-roupa é um espelho claríssimo da pessoa que está à minha frente.

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Ao longo destes anos, tenho dividido esta paixão com centenas de alunos, através do curso de consultoria de imagem. Partilho experiências e aprendo. Vou conhecendo pessoas que gostariam de sentir este mesmo encanto pelo seu trabalho mas, confessam-me que a sua paixão é mesmo a moda. Que sempre foi… a minha pergunta é sempre a mesma: porque não arriscar? A vida é muito curta para vivermos conformados com escolhas que nos deixam infelizes, sejam elas quais forem. O meu desafio é que experimentem. Há uma nova edição do curso quase quase a começar. Juntam-se a mim?

 

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Agenda de Fevereiro e Março – cursos e workshops

Janeiro e estes primeiros dias de Fevereiro têm sido de intensa actividade na Blossom. Além dos dois cursos de Consultoria de Imagem intensivo que estão a decorrer, começámos uma nova edição do curso de Maquilhagem no passado Sábado.

Os novos cursos (Comunicação Digital I e II, Marca: passo a passo) também já começaram. Na semana passada, realizou-se a primeira edição do curso de Comunicação Digital I, nos seus dois formatos – pós-laboral e Domingo. Em breve teremos novas datas, para quem não pôde estar presente desta vez.

Há novas datas para o curso de Comunicação Digital II. Esta formação vai realizar-se nos dias 13, 14, 15 e 16 de Fevereiro, entre as 19h e as 21h.

A edição de Domingo deste curso é já no dia 12 deste mês, das 10h às 19h. Já só restam 3 lugares.

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Há uma nova edição do curso de consultoria de imagem em formato intensivo a partir do dia 20 de Fevereiro. Este curso realiza-se para um grupo muito pequeno, durante 3 dias por semana, entre as 10h e as 16h. Para mais informações sobre esta formção, podem entrar em contacto connosco.

Em Março vamos arranca a edição do curso de Consultoria de Imagem aos Sábados de manhã (9h30 às 13h30), a partir do dia 4.

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O início de Março traz-nos também a mais recente edição do curso de Motivação Pessoal. O curso está marcado para os dias 8, 9, 15 e 16, entre as 19h e as 21h. Sob a orientação da Marta Monteiro, os participantes irão fortalecer a sua auto-estima, através de ferramentas de coaching que lhes permitirão conhecer-se melhor para criar metas. No final do curso, cada formando produzirá um plano de ação detalhado que lhe permitirá alcançar os seus objetivos de forma consciente e acessível.

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E é também em Março que vai começar o  curso Marca: passo a passo.  Podem colocar na vossa agenda – edição pós-laboral: 6 e 7 de Março, das 19h às 21h; edição ao Domingo: 5 de Março, das 9h às 13h.

A Susana Rodrigues, criadora da Bless, é a formadora deste curso que se destina a consultores de imagem e a todas as pessoas que pretendam organizar e sistematizar tarefas diárias no seu negócio ou marca.

Esta formação foi pensada para ajudar os formandos a ganhar uma consciência clara das várias áreas do seu negócio, de como se interligam e o que precisam de fazer para manter uma gestão equilibrada de todas. Ao longo da formação, além de aprender um sistema de gestão de e-mails eficiente, pretendemos que crie também um sistema de gestão de cliente que lhe permita equilibrar a vida profissional e a vida pessoal.

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De regresso estão também os workshops “Será que me fica bem?” e “Estilo: mais por menos”. As datas são 23 de Fevereiro e 2 de Março, respectivamente. Os workshops decorrem em duas quintas-feiras, entre as 19h e as 22h.

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As datas estão lançadas. Para mais informações, basta agendar uma visita à Blossom ou entrar em contacto connosco, aqui.

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