A Mango tem uma micro coleção que incorpora duas tendências fortes deste Inverno – o minimalismo urbano e as flores estampadas.
ADOREI. O que é que usavam?
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Adoro as coleções de fim de ano das principais marcas de maquilhagem. Reuni as minhas preferidas – Estée Lauder, Chanel, Dior, Bobbi Brown, Yves Saint Laurent, Giorgio Armani, Lancôme e Givenchy – e deixo-vos as imagens.
O que é que vos faria perder a cabeça?
ESTÉE LAUDER – HOLIDAY 2013
CHANEL – NUIE INFINIE
BOBBI BROWN – OLD HOLLYWOD
É Outono. Oficialmente. Na prática a situação é outra. Calor. Frio de manhã e de noite e uma temperatura que nos obriga a usar roupa leve durante o dia.
Mas já há vontade de usar peças e cores das novas coleções. Nesse sentido, as propostas seguintes procuram fazer a ligação entre o espírito da nova estação, e o calor bem real que sentimos entre as 11h e as 17h.
Encontram as marcas aqui, aqui e aqui. Há preços para todas as bolsas e a ideia é apenas inspirar as vossas escolhas.
Mais sugestões no livro!
Mais uma semana a começar. Espero que a vossa seja produtiva, alegre e que inclua alguns momentos de paz pelo meio. Fazem-nos falta por entre o caos que tantas vezes se instala de segunda a sexta.
É preciso saber abrandar um pouco e assumir as pausas como um momento indispensável.
Já ouviram falar do movimento slow? Desde os tempos da faculdade que procuro seguir algumas das ideias desta forma de estar. Há um livro ótimo que recomendo a toda a gente e que nos ajuda a ter uma perspetiva mais tranquila da vida – O movimento slow, de Carl Honoré. (À venda aqui.)
Experimentem diminuir um pouco o ritmo e vão ver como todas as coisas passam a correr muito melhor.
A coleção da Céline para a próxima Primavera/Verão 2014 fugiu um pouco ao minimalismo puro a que Phoebe Philo já nos habituou. Não é uma coleção fácil de ver e, muito menos de usar. Nem é para todos os gostos.
Para mim, foi um encanto. Para os olhos e para o coração. Foi como ver telas vivas e esculturas andantes. Muitas cores, texturas e elementos visuais fortíssimos – saltos geométricos, estampas XL, trench-coats volumosos e cheios de pinceladas metálicas, pulseiras disformes.
A moda não tem que ser apenas o que usamos. Pode e deve ir mais além e desafiar a nossa imaginação e os nossos sentidos e entrar em rutura com o tradicional. É assim que avança.
O nosso gosto evolui e adapta-se ao que vemos à nossa volta. Gostamos de algumas coisas, de outras nem tanto. Mas se olharmos para trás, percebemos que somos incapazes de usar coordenados que vestimos há uns 6, 7 anos. E porquê? Porque o nosso gosto mudou. Cresceu.
Habituámo-nos a ver mais. A conhecer mais. E todo esse conhecimento vem condicionar as escolhas diárias que fazemos. O que vestimos é parte do todo que somos e é um reflexo da nossa evolução enquanto pessoas e seres sociais.
E a evolução, quando é natural e vem de dentro, é bonita de se ver porque é de verdade. Traz coerência e acrescenta valor. E deixa-nos mais felizes.