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O que está dentro é que importa

Há medida que os anos vão passando e que vou contatando com mais clientes, com mais alunos, com leitoras e com pessoas interessadas pela área da imagem, vou consolidando uma ideia simples – o que importa é como nos sentimos por dentro – quem somos, com todas as nossas forças e inseguranças. Se são as pequenas diferenças que nos distinguem e reforçam a nossa personalidade, devemos abraçá-las e fazer delas trunfos.

Somos o que vestimos. E tudo se nota. E tudo é interpretado e sentido pelos outros também. Não adianta querer construir imagens perfeitas e criar corpos esculturais, quando nada disso tem a ver com a realidade de quem os habita.

O auto-conhecimento consolida a auto-estima. Uma imagem ajustada a quem somos também. A aceitação é o ponto de partida para que possamos gostar de nós.

Quando trabalho com clientes particulares, não gosto de sair da zona de conforto da pessoa. Propor novas alternativas é uma constante, claro. Tem que existir novidade. Mas uma novidade que funcione. Que seja acessível, que seja coerente com a pessoa que está à minha frente. 

Acredito que não faz sentido trabalhar de outra forma. A moda e as tendências são o que menos importa, a não ser que a pessoa revele curiosidade pelo assunto. Uma imagem atual, acessível, ajustada a quem se é, é um passo importante para quem precisa de reaprender a gostar de si. Para quem pretende voltar a acreditar que a vida vale muito a pena e que nós somos o centro da nossa. Temos que estar bem. Temos que nos sentir confiantes e gostar muito de quem somos. Torna tudo muito melhor.

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