O poder dos detalhes

O que torna a imagem de cada pessoa especial é a forma como deixa transparecer o que lhe vai por dentro.


 

É engraçado ver como está tudo espelhado na maneira como usamos a roupa, o cabelo, os acessórios ou a maquilhagem. Podemos chamar-lhe estilo, aparência, aspecto, o que quiserem. Para mim, estamos sempre a falar de comunicação simbólica. Estamos constantemente a emitir mensagens silenciosas sobre quem somos.

 

 

Por vezes, a nossa auto-imagem não corresponde à imagem real que transmitimos. Um dos objectivos das sessões de consultoria de imagem da Blossom é alinhar o que vai cá dentro com o que queremos que os outros percepcionem.

 

 

Os detalhes são, por isso, fundamentais. A escolha de um anel, a cor do verniz, a combinação de dois materiais ou a mistura de cores são pontos essenciais na construção de uma imagem coerente e exclusiva.


 

Vivemos num período em que vale tudo. A única regra é o bom senso de cada um. Este bom senso estará sempre ligado ao gosto pessoal e, as escolhas de cada pessoa, por mais simples que possam parecer, revelam muito sobre a sua maneira de estar na vida.

 

 

Infelizmente, com a massificação de tendências que se vive ultimamente, cada vez encontramos mais pessoas a recorrer às mesmas conjugações de cores, de peças e de materiais. As identidades confundem-se pela necessidade de pertencer a um grupo. As fiéis devoradoras de tendências acabam por diferir muito pouco entre si.

 

 

Uma imagem actual não tem nada a ver com tendências de moda. Tem a ver com a confiança nas escolhas que se fazem e com algum desprendimento perante as regras que a moda dita para cada estação.

 

 

Mais importante do que as tendências, são as proporções. Os cortes que se vão actualizando e adaptando com o passar dos tempos. As alturas das saias e das calças. A cintura dos casacos e a largura dos ombros.

 

 

A par das proporções, as novas misturas de cores são outro dos factores essenciais para manter a imagem actualizada. Nos anos 80 a minha mãe costumava repetir que misturar rosa e vermelho era o melhor exemplo de mau gosto. Eu concordava… em 1988.

Em 2012, os nossos olhos já estão muito habituados a ver misturas ainda mais improváveis e… não é que até podem resultar?

 

 

E o mais incrível de tudo, é ver como todos os pormenores que fui descrevendo permitem trabalhar a auto-estima das clientes pelo processo inverso – de fora para dentro.  Uma imagem actual, ajustada às proporções de cada pessoa e que esteja em sintonia com a sua personalidade, faz com que cada mulher consiga encarar o seu corpo de uma forma completamente diferente.

 

Esta nova consciência da imagem reforça a auto-estima. Faz ainda com que cada cliente consiga potenciar as suas melhores características e esta atitude é super positiva.

 

 

Nada é mais importante do que a nossa felicidade. Não há volta a dar a esta questão. Para estarmos felizes temos que nos sentir bem connosco e é fundamental trabalhar nesse sentido!


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